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Os diferentes tipos de iluminação e seus efeitos no ambiente

Encontrar o equilíbrio entre design, conforto e praticidade é o ponto chave para criar um ambiente que atenda a todas as necessidades de quem vive nele. E existem vários fatores que, se forem utilizados no local de forma correta, influenciam na qualidade de vida das pessoas. E quando falamos de iluminação, para alguns, é apenas comprar um lustre ou plafon, colocar uma lâmpada e pronto: tem luz no ambiente! Mas não é apenas isso, por trás de um ambiente saudável, pode ter um projeto completo pensado de acordo com a necessidade do espaço.

Para entender melhor, reunimos alguns pontos importantes e que fazem a diferença para garantir o conforto do lugar. Confira!

A iluminação

Tanto em ambientes residenciais como nos comerciais, o projeto luminotécnico deve ser pensado com muito cuidado para adequar a funcionalidade do local, pois até mesmo a temperatura influencia no dia a dia de quem utiliza o espaço. Veja os principais tipos de iluminação.

Iluminação direta

Usada para destacar objetos e detalhes no ambiente, é indicada para escritórios por facilitar a concentração. Exemplos de luz direta: abajur de piso, luminária de mesa, pendente, spots embutidos e sobrepostos.

Imagem: exemplo de iluminação direta com spots embutidos nas prateleiras para dar destaque aos objetos.

Iluminação indireta

Por remeter a aconchego, é indicado para locais mais íntimos como um dormitório ou uma sala mais reservada e elas podem ser: abajures, arandelas ou fitas de LED colocadas em desníveis de gesso.

Imagem: exemplo de iluminação indireta com Fita de LED embutida em corte de gesso

Iluminação difusa

Sua característica principal é a iluminação homogênea, versátil e confortável, pode ser aplicada em qualquer ambiente. São elas: luminárias, independente do material, que garantem que a luz se espalhe pelo ambiente sem criar sombras fortes.

Imagem: exemplo de iluminação difusa com luminária centralizada para espalhar luz pelo ambiente.

A influência da temperatura da lâmpada

A temperatura da lâmpada é responsável por nos passar sensações e impressões sobre os ambientes. Por exemplo, ao entrar em um restaurante, você busca aconchego para curtir o momento. Já um hospital precisa remeter limpeza, saúde, um ambiente confiável.

A temperatura em Kelvin define se a lâmpada é mais fria e azulada ou quente e amarelada. Os valores de referência são:

  • Branco quente: varia de 2600 K a 3500 K e a sua tonalidade pode ser comparada à lâmpada de filamento incandescente por trazer sensação de conforto e tranquilidade, é indicado para ambientes como: quarto, sala de estar/jantar, restaurantes etc;
  • Branco neutro: varia de 4000 K a 4500 K e pode ser comparada às lâmpadas halógenas. É ideal para cozinha, banheiro, escritório, salão de beleza, museu, enfim, todos os locais que necessitam de atenção, além de não alterar a cor dos objetos.
  • Branco “luz do dia”: varia de 5000 K a 5500 K e é responsável por reproduzir melhor as cores. É ideal para pontos comerciais, principalmente lojas, salas de aula e escritórios que aproveitam, também, a iluminação natural.
  • Branco frio: acima de 5500 K e pode ser comparada às lâmpadas fluorescentes e de alta potência. É indicada para locais que exigem máxima atenção como: hospitais, farmácias, clínicas, indústrias, entre outros.

Não podemos deixar de ressaltar, também, que os tipos de luminária ou a forma como as luzes são colocadas, além de iluminar, têm a função de deixar os ambientes mais bonitos e elegantes. Em projetos, arquitetos e designers podem utilizá-las para destacar uma fachada, dar vida ao jardim de noite, separar ambientes e muito mais.

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FONTES: Decorfácil, Blog Decorwatts